Nas últimas semanas, as empresas de cannabis medicinal têm enfrentado crescente pressão da Divisão de Narcóticos da Agência Federal de Drogas (DEA, sigla em inglês) para que verifiquem e monitorem os antecedentes criminais dos seus funcionários.

Pressão da DEA

A pressão da DEA surgiu após relatos de que alguns funcionários com antecedentes criminais estariam trabalhando em empresas de cannabis medicinal. Isso levou à implementação de novas políticas internas e treinamentos para garantir que apenas indivíduos sem antecedentes criminais sejam empregados.

Impacto nas operações

As empresas de cannabis medicinal relataram que essas medidas adicionais de verificação de antecedentes podem aumentar significativamente os custos operacionais. Além disso, a implementação dessas políticas pode afetar a disponibilidade de mão-de-obra qualificada, já que muitos profissionais da indústria têm antecedentes criminais relacionados a pequenos delitos.