Denúncia de agressões físicas e psicológicas
A ex-namorada do influenciador Lucas Strabko, conhecido como Cartolouco, denunciou agressões físicas e violência psicológica em um relacionamento que durou pouco mais de nove meses. As acusações ganharam destaque após a ex-companheira relatar os episódios em entrevista ao programa Fantástico, da TV Globo.
O caso mais grave ocorreu na madrugada de 31 de janeiro, quando imagens de câmeras de segurança mostraram Lucas queimando a orelha da então namorada com um cigarro e, em seguida, agredindo-a com um tapa no rosto durante uma discussão em uma rua de São Paulo. A mulher, que prefere não ser identificada, disse ter medo da exposição.
Relatos de outras ex-namoradas
Além da ex-namorada que fez a denúncia, outras duas mulheres também relataram experiências de violência e agressões durante seus relacionamentos com Lucas. Gabriela Augusto, que namorou o influenciador por três anos, afirmou ter sofrido agressões físicas e destruição de objetos pessoais. Ela relatou que Lucas chegou a queimar seu rosto com um cigarro e que, em outra ocasião, a agrediu fisicamente.
Outra ex-namorada, que atualmente reside em Londres e pediu para não ser identificada, contou que era alvo de ofensas constantes e que também sofreu agressões físicas. Ambas as mulheres afirmaram que não registraram denúncias formais, ao contrário da ex-namorada que denunciou Lucas, que agora é réu por agressão física e violência psicológica.
Reação de Lucas Strabko
Em resposta às acusações, Lucas Strabko alegou que a ex-namorada foi quem o agrediu verbalmente e jogou objetos contra ele durante uma crise de ciúmes. Ele também afirmou que as fotografias tiradas após a discussão mostram os dois juntos e que sua intenção ao ir ao prédio da ex-namorada era apenas buscar suas roupas, negando ter ameaçado destruir o apartamento dela.
As três mulheres que relataram experiências de violência afirmaram que ainda lidam com as consequências emocionais dos relacionamentos. A ex-namorada que reside em Londres expressou arrependimento por não ter denunciado Lucas na época e afirmou que sabia que outras mulheres poderiam passar pela mesma situação. Gabriela, por sua vez, destacou a dificuldade de enfrentar o processo de denúncia e a necessidade de contar à família sobre as agressões sofridas.
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