Grupo ligado ao PCC e PGC é alvo de operação em MS que investiga participação de policiais Uma organização criminosa liderada por três irmãos e outros integrantes da própria família mantinha uma estrutura dividida em diferentes funções para traficar drogas e armas entre países. O grupo comprava os produtos na Bolívia, no Paraguai e no Peru, utilizava a fronteira de Mato Grosso do Sul para levar as cargas ao Brasil e abastecia outros estados. Parte dos entorpecentes também tinha como destino a Europa, principalmente Espanha e Portugal.

A estrutura foi detalhada pela Polícia Federal e pela Receita Federal durante a investigação que resultou na Operação IFRIT, deflagrada nesta quarta-feira (4), em sete estados. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp Segundo os investigadores, o comando ficava concentrado em um núcleo familiar formado por três irmãos, filhos e outros parentes. Abaixo das lideranças, havia integrantes responsáveis pelas finanças, transporte, logística e segurança armada.

A divisão de tarefas permitia que diferentes pessoas cuidassem de etapas específicas do esquema, desde a compra das drogas e armas até a distribuição das cargas e a movimentação do dinheiro. Fronteira de MS era porta de entrada das cargas Família comandava esquema de tráfico com armas pesadas, blindados e rota para a Europa Receita Federal/ Polícia Federal De acordo com a investigação, drogas e armamentos eram adquiridos principalmente na Bolívia, no Paraguai e no Peru.