Nos últimos meses, mais de 75% dos profissionais de emergência no Reino Unido relataram ter sido vítimas de violência ou agressão diariamente ou semanalmente, segundo uma pesquisa divulgada pela Royal College of Emergency Medicine (RCEM).

A situação se agrava com a constatação de que 63% dos entrevistados também sofreram discriminação, incluindo racismo, sexismo e homofobia.

Dr. Ian Higginson, presidente da RCEM, afirmou que a situação é ‘apavorante’ e que os profissionais de saúde não devem ter medo de ir ao trabalho.

‘Ninguém deve ir para o trabalho com medo de ser atacado, intimidado ou abusado. Nem devem esperar que seus empregadores os protejam ou que o sistema judiciário intervirá,’ disse Higginson.

Os profissionais apontam que falta de pessoal e sobrecarga de trabalho contribuem para a situação.