Na quarta-feira (15), a Argentina enfrentará a Inglaterra na semifinal da Copa do Mundo, em um jogo que promete ser histórico. Lionel Messi, astro argentino, se tornará o primeiro jogador de seu país a disputar três semifinais de Copas do Mundo. A partida será transmitida ao vivo pela Globo a partir das 15h30, horário de Brasília.
Expectativa para o confronto
Os repórteres André Gallindo e Marcelo Courrege destacaram a grande expectativa para o duelo, que ocorrerá no estádio de Atlanta. A seleção argentina, que treinou em Kansas City, no Missouri, fará a sua chegada à cidade na noite anterior ao jogo. O árbitro designado para a partida é o estadunidense Ismail Elfath. A Federação Argentina solicitou e teve aceito pela FIFA o uso da camisa azul escura, a qual remete à histórica vitória sobre a Inglaterra nas quartas de final da Copa do Mundo de 1986, quando Diego Maradona teve uma atuação memorável.
Gallindo também ressaltou que a rivalidade entre os dois países vai além do futebol, envolvendo aspectos geopolíticos, especialmente devido ao conflito das Malvinas na década de 1980. Em resposta a essa rivalidade, a polícia de Atlanta reforçará a segurança para evitar conflitos entre as torcidas.
Um jogo especial para Messi
Messi, que já foi criticado por sua aparente falta de envolvimento emocional, tem demonstrado grande entusiasmo nesta Copa do Mundo, comemorando intensamente os gols marcados. Este será um confronto especial para ele, pois será a primeira vez que enfrentará a seleção inglesa em uma semifinal de Copa do Mundo. A última partida entre as duas seleções ocorreu em 2005, em um amistoso na Suíça, onde a Inglaterra venceu por 3 a 2.
Historicamente, Argentina e Inglaterra se encontraram cinco vezes em Copas do Mundo, com a Inglaterra levando a melhor em três ocasiões. A Argentina venceu uma vez, em 1998, nos pênaltis, e outra vez em 1986, um jogo marcado pela famosa “Mão de Deus” de Maradona.
Na última coletiva de imprensa, o técnico argentino Lionel Scaloni minimizou a importância do histórico entre as seleções, afirmando que o confronto é apenas um jogo de futebol. No entanto, a carga emocional é inegável, especialmente em um momento que pode ser considerado a última Copa do craque Messi.
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