O papa Leão XIV pôs fim aos cortes nos salários de cardeais e altos funcionários do Vaticano determinados por seu antecessor, Francisco, em 2021 devido à pandemia de covid-19, segundo um decreto publicado nesta segunda-feira (14).

Contexto histórico

Em março de 2021, o papa argentino reduziu em 10% os salários dos cardeais e em 8% os dos altos funcionários dos dicastérios, os 'ministérios' do Vaticano, como medida de austeridade para aliviar as finanças da Santa Sé, afetadas pela pandemia e por um déficit crônico.

Agora, o papa americano determina a revogação da medida a partir de 1º de setembro de 2026, em um cenário financeiro mais favorável para a Santa Sé.