Disputa acirrada pelo Senado

Uma pesquisa realizada pela Quaest e divulgada nesta terça-feira (28) aponta que a ex-prefeita de Contagem, Marília Campos (PT), e o deputado federal Aécio Neves (PSDB) estão na frente na disputa por duas vagas no Senado em Minas Gerais. As eleições estão previstas para outubro deste ano.

Os dados revelam quatro cenários estimulados, onde os entrevistados foram apresentados a diferentes combinações de candidatos. Mesmo com a liderança de Campos, Aécio Neves ainda não confirmou oficialmente sua candidatura.

Resultados da pesquisa

No primeiro cenário, Marília Campos aparece com 18% das intenções de voto, seguida por Aécio Neves com 16%. Os demais candidatos têm os seguintes percentuais:

  • Carlos Viana (PSD): 11%
  • Marcelo Aro (PP): 10%
  • Domingos Sávio (PL): 9%
  • Eros Biondini (PL): 8%
  • Áurea Carolina (PSOL): 3%
  • Euclydes Pettersen (Republicanos): 1%
  • Jarbas Soares Júnior (PSB): 1%
  • Maria Lúcia Cardoso (MDB): 1%
  • Vanessa Portugal (PSTU): 0%
  • Indecisos: 10%
  • Branco/nulo/não vai votar: 12%

Nos demais cenários, a liderança de Marília Campos se mantém, com variações nas intenções de voto. No segundo cenário, ela alcança 20%, enquanto Aécio mantém 16%.

A pesquisa foi realizada entre os dias 22 e 26 de julho, com um total de 1.482 entrevistados. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral sob o número MG-034/90/2026.

Conhecimento e rejeição dos candidatos

A Quaest também avaliou o nível de conhecimento e a rejeição dos candidatos. Aécio Neves é o mais conhecido, com 37% dos entrevistados afirmando que votariam nele. Marília Campos aparece em segundo, com 25% de reconhecimento positivo.

Por outro lado, Aécio apresenta uma rejeição de 52%, com 11% dos entrevistados afirmando que não o conhecem. Marília Campos, apesar de um número significativo de desconhecimento, tem uma rejeição de 19% entre aqueles que a conhecem.

O levantamento também revelou que 64% dos eleitores afirmaram que sua escolha para senador ainda pode mudar, enquanto 35% consideram sua decisão definitiva.