Desde que voltou à Casa Branca, Donald Trump transformou a mudança de nomes de lugares, prédios e instituições em uma marca de seu segundo mandato. Em menos de dois anos, o presidente dos Estados Unidos determinou novas denominações, apoiou homenagens a si próprio e propôs rebatizar locais históricos como gesto político em meio a disputas com outros países.

Propostas de mudança

Entre as propostas mais recentes, Trump assinou uma ordem executiva em janeiro de 2025 para que os Estados Unidos passassem a chamar o Golfo do México de 'Golfo da América', alegando razões de justiça e afirmando que o novo nome seria mais 'bonito'. A mudança teve efeito principalmente dentro dos EUA, sem obrigar outros países a adotá-la.

Auto-homenagens

Em dezembro de 2025, Trump propôs acrescentar seu nome ao Kennedy Center, histórico centro de artes cênicas de Washington, criado em homenagem ao ex-presidente John F. Kennedy. A iniciativa provocou questionamentos de congressistas, historiadores e integrantes da família Kennedy. O nome de Trump chegou a ser retirado do edifício após uma decisão judicial, mas voltou à fachada depois de uma nova decisão.