A corrida pelas 54 vagas do Senado em 2026 registra o maior número de mulheres candidatas dos últimos 16 anos e, segundo as pesquisas mais recentes da Quaest, pode resultar na maior eleição feminina da história da Casa. O levantamento do cientista político Murilo Medeiros, da Universidade de Brasília (UnB), com base nos dados do instituto, divulgados pelo O Globo, aponta que 15 mulheres estão em situação de favoritismo na disputa por uma das duas cadeiras em jogo em cada estado, enquanto outras 14 mantêm candidaturas competitivas. O panorama abrange nomes tanto à esquerda quanto à direita. Dentre elas, destaca-se a candidata ao Senado Gracinha Caiado (União Brasil).

Cenários por região

Sudeste

  • São Paulo: Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede)
  • Rio de Janeiro: Benedita da Silva (PT)
  • Minas Gerais: Marília Campos (PT)

Sul

  • Rio Grande do Sul: Manuela D'Ávila (PSOL)
  • Paraná: Gleisi Hoffman (PT)
  • Santa Catarina: Carol De Toni (PL)

Centro-Oeste

  • Distrito Federal: Michelle Bolsonaro (PL), Leila do Vôlei (PDT), Erika Kokay (PT) e Bia Kicis (PL)
  • Goiás: Gracinha Caiado (União)
  • Mato Grosso: Janaína Riva (MDB)
  • Mato Grosso do Sul: Soraya Thronicke (PSB)

Norte

  • Roraima: Teresa Surita (MDB)
  • Rondônia: Sílvia Cristina (PP)
  • Amapá: Rayssa Furlan (Podemos)
  • Acre: Mara Rocha (Republicanos)

Nordeste

  • Maranhão: Roseana Sarney (MDB)
  • Rio Grande do Norte: Zenaide Maia (PSD) e Samanda de Lula (PT)
  • Pernambuco: Marília Arraes (PDT)
  • Alagoas: Marina JHC (PSDB)
  • Ceará: Luizianne Lins (Rede)