A divulgação da estimativa de alíquota da Contribuição Sobre Bens e Serviços (CBS), o futuro imposto sobre consumo do governo federal, gerou críticas de representantes do setor produtivo. O receio é de que o imposto, estimado em 11,3% para 2027, aumente a carga tributária, especialmente no setor de serviços.

Propostas divergentes

Em 2020, a equipe econômica do governo Jair Bolsonaro propôs uma alíquota de 12% para a CBS, sem incluir impostos dos estados e municípios. Já o governo Lula baseou-se no modelo de Bernard Appy, que prevê um IVA dual, dividindo o imposto em CBS federal e IBS estadual/municipal.

As duas propostas compartilham o conceito de IVA e a instituição de um imposto seletivo, também conhecido como 'imposto do pecado', que visa produtos prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente.