BELHAVEN, N.C. — Cientistas e investidores estão empenhados em restaurar um pântano de 23 milhas quadradas em Carolina do Norte, com o objetivo de mitigar emissões de gases de efeito estufa e recuperar habitats nativos. O local foi afetado por drenagem que retirou água de milhares de anos de acumulação de pântano, tornando-o vulnerável a secas e incêndios e liberando grandes volumes de dióxido de carbono.

A terça parte dos carbonos globais está armazenada em pântanos saturados, mais do que em todas as florestas juntas. No entanto, isso inverte-se quando os pântanos são danificados. A Pantheon Regeneration planeja restaurar o nível de água para reduzir as emissões, e então vender créditos de carbono para financiar seu objetivo de preservar um milhão de acres de pântano da Virgínia ao Flórida.

Um cientista de pesquisa da Duke University, Neal Flanagan, usa um instrumento para coletar amostras de solo de um pântano enquanto outro pesquisador observa. O trabalho de restauração visa proteger um importante recurso natural contra mudanças climáticas.