A fila de espera por benefício do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) caiu diz que fila caiu 74% em 2026 e que 1,6 milhão de pedidos aguardavam resposta até 14 de julho. Esse é o menor patamar em 21 meses. Segundo os dados do Ministério da Previdência Social, desse total, 486 mil requerimentos estão fora do prazo legal de 45 dias.

Outros 745 mil processos seguem dentro do prazo regimental. O governo trocou a chefia do INSS em abril. No lugar de Gilberto Waller, que foi demitido, assumiu o posto Ana Cristina Viana Silveira.

Após a troca, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que a nova chefe do INSS tem a meta de zerar a fila de espera até setembro deste ano. Essa foi uma promessa de Lula ao tomar posse em 2023. 🔎 O Ministério da Previdência considera que a meta de “zerar a fila” do INSS significa acabar com o estoque de requerimentos com mais de 45 dias.

Todos os meses o INSS recebe, em média, 1,3 milhão de novos requerimentos. Agora no g1 Há, ainda, 450 mil processos cujo andamento depende do cumprimento de exigências por parte do cidadão, como envio de documentos complementares, laudos ou comprovação de vínculos. O alívio na fila é fruto da ampliação da capacidade de processamento da instituição, segundo o governo.

Isso porque, entre janeiro e maio de 2026, a quantidade de processos analisados pela autarquia teve alta de 34,7%, quando comparado com o mesmo período de 2025. No acumulado de janeiro a maio, a média mensal de benefícios concedidos subiu 12,4%, passando de 608,6 mil no ano passado para 683,8 mil concessões mensais em 2026. O fluxo manteve-se constante nos meses de abril e maio, quando as aprovações registraram uma média de 755,5 mil novos benefícios por mês.

O "ápice" desse fluxo de processamento ocorreu em março de 2026, período em que a autarquia registrou a marca de 1,626 milhão de processos analisados e concedeu 890 mil benefícios em um único mês. Atualmente, a taxa média de concessão acumulada, de janeiro a maio de 2026, é de 50,6%. Aplicativo do Meu INSS INSS/Divulgação Troca no comando do órgão Ana Cristina presidiu o Conselho de Recursos da Previdência Social (CRPS) por quase três anos.

Neste período, segundo o governo, o INSS dobrou a capacidade de análise de recursos. Após esse resultado, a nova presidente do INSS assumiu o cargo com a missão de zerar as filas no órgão. A troca no comando da autarquia foi defendida pelo ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz (PDT).

Ainda segundo o blog, Lula avaliou que o agora ex-presidente Gilberto Waller foi importante para colocar a casa em ordem depois da eclosão do escândalo de desvios de aposentadorias e pensões. Mas não conseguiu fazer o serviço de casa em relação às filas, por não ser alguém do setor. 🔎O INSS é uma autarquia federal vinculada ao Ministério da Previdência Social, encarregada de executar as ações de concessão, manutenção e pagamento de benefícios previdenciários.