A paleontóloga britânica Dorothea Bate, uma das primeiras mulheres a trabalhar no Museu Nacional de História Natural, foi homenageada com uma placa azul no local onde exerceu sua função de 1948 a 1951.
Curta biografia
Nascida em 1878 em Carmarthen, País de Gales, Bate desenvolveu um fascínio pela natureza desde cedo. Após se mudar para Gloucestershire, passou horas explorando o campo e cavernas, recolhendo fósseis.
Sem educação formal, ela se autodidata e em 1900 pediu trabalho no Museu Nacional de História Natural em Londres, onde sua determinação impressionou os funcionários, resultando em uma posição de assistente.
Homenagem e legado
Aplaudida por sua contribuição para a compreensão dos animais pré-históricos e dos ambientes antigos, Bate publicou mais de 80 artigos científicos ao longo de sua carreira.
A instalação da placa azul no Museu de Tring, em Hertfordshire, reconhece seu papel crucial na abertura de caminhos para futuras mulheres na ciência.
Comentários (0)
Entre ou cadastre-se para comentar.