Idosos em risco de demência melhoraram significativamente suas habilidades cognitivas após seguir dois programas de vida adaptados culturalmente em 11 países da América Latina. Os resultados foram apresentados no Congresso Internacional da Associação Americana contra a Demência (AAIC) em Londres.
Intervenções adaptadas
A pesquisa, financiada pela Associação Americana contra a Demência, chamada de Iniciativa Latino-Americana para Intervenção de Vida para Prevenir o Envelhecimento Cognitivo (LatAm-FINGERS), seguiu participantes por dois anos. Os melhores resultados foram observados entre aqueles que receberam orientação e apoio estruturados regularmente.
O estudo demonstrou que programas que combinam atividade física, alimentação saudável, treinamento cognitivo e engajamento social podem ser adaptados para diferentes culturas, sistemas de saúde e comunidades.
Adaptação às culturas locais
Laura D. Baker, professora de gerontologia e geriatria, destacou que o estudo incluiu diversidade racial e étnica significativa, além de uma ampla gama de níveis educacionais e status socioeconômico. A adaptação cultural foi crucial para tornar o programa viável em diversos contextos.
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