Renan Lodi viveu incerteza quanto ao futuro por três meses e meio até acertar com o Atlético-MG. O lateral-esquerdo, que saiu unilateralmente do Al-Hilal, da Arábia Saudita, teve que lidar com ansiedade e medo durante esse período.

— Foi um momento de maior ansiedade. Nos primeiros meses, eu estava vivendo de férias. Estava treinando no Athletico-PR. Quando bateu o terceiro mês, bateu a ansiedade. A terapia deu uma ajuda, mas você fica triste. Foi um período pesado.

Retorno ao Brasil

O lateral acertou a rescisão em setembro do ano passado depois de não ser inscrito para jogar o campeonato nacional. Lodi deixou uma carta, assinada por seus representantes legais, notificando o Al-Hilal sobre o encerramento do seu contrato. O clube saudita afirmou, na época, que iria tomar ‘todas as medidas legais necessárias’ para proteger seus direitos.

Nesse período, ficou treinando em Curitiba, no CT do Athletico-PR. Foi quando o Atlético procurou o jogador e foi até a capital paranaense para acertar a contratação, em dezembro de 2025.

— Quando o Galo foi lá em Curitiba, na minha casa, falar que me queria, não tinha como negar. Quando mais precisei, eles foram lá. Tinha oportunidade de ir para outros lugares: França, Espanha, Inglaterra, Brasil. Mas me reuni com minha esposa, e ela quis ficar no Brasil. Dei o OK para o Atlético - contou o jogador ao ge.