A Royal College of Pharmacy, principal entidade profissional dos farmacêuticos britânicos, decidiu cortar suas relações com a Teva UK, braço local da farmacêutica israelense Teva Pharmaceuticals, após pressão de ativistas pró-palestinos.
Contexto
A decisão ocorre após a Royal College of Nursing (RCN) ter anunciado recentemente o fim de sua parceria com a Teva UK. A RCN, que representa 500 mil enfermeiros no Reino Unido, já havia cortado sua relação com a empresa.
A Royal College of Pharmacy é a entidade profissional que representa cerca de 34 mil farmacêuticos no país. A Teva UK estava prevista como patrocinadora e expositora em quatro eventos da instituição, em um acordo avaliado em £15 mil.
Razões da decisão
A entidade afirmou que tomou a decisão após uma revisão de responsabilidade social que revelou atividades da Teva que não alinhavam com seus valores. No entanto, não detalhou quais atividades específicas levaram à decisão.
A Teva, especializada em medicamentos genéricos, enfrenta críticas por seu histórico de malfeitos corporativos. A empresa já foi multada pela Comissão Europeia em 2024 por práticas anticompetitivas.
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