O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a China teve um papel na interferência nas eleições americanas de 2020, em que perdeu para o democrata Joe Biden. Essa declaração foi feita durante um pronunciamento em 16 de julho de 2026.
As alegações de Trump sobre fraude eleitoral não são novas e remontam ao período imediatamente após sua derrota, culminando na invasão do Capitólio por seus apoiadores em 6 de janeiro de 2021. No pronunciamento, Trump anunciou a abertura de cinco grupos de documentos pela Casa Branca, que supostamente comprovariam a existência de fraudes nas eleições de 2020.
Alegações de Trump e resposta da inteligência americana
Trump declarou que esses documentos demonstrariam que, ao longo de vários anos, a República Popular da China teria realizado a maior violação de dados eleitorais da história, com a obtenção ilícita de registros de 220 milhões de eleitores americanos. Ele afirmou que solicitará ao diretor do FBI, Kash Patel, uma investigação sobre essas alegações e acusou membros da inteligência americana de acobertar possíveis evidências de fraude.
Contudo, suas afirmações contradizem uma avaliação não sigilosa da comunidade de inteligência dos EUA, que em 2021 não encontrou indícios de que qualquer ator estrangeiro tenha tentado ou conseguido alterar aspectos técnicos da votação da eleição presidencial de 2020.
Propostas de mudança e reações
Além disso, Trump fez outras alegações, como a de que votos enviados pelo correio poderiam ser falsificados e que não cidadãos e pessoas falecidas estariam registrados como eleitores. Ele criticou o sistema eleitoral dos EUA, classificando-o como vulnerável e instou os republicanos a promoverem o
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