Se o terremoto eleitoral que devastou o Partido Republicano na última terça-feira expressou a contundente rejeição dos americanos ao governo Trump, o presidente preferiu tomar a direção oposta à da conciliação, ao nomear Stephen Miller para o cargo de chefe de gabinete da Casa Branca.

Miller sinaliza radicalização

Como mentor da política repressora da caça e da deportação de imigrantes, ele sinaliza a radicalização do governo nos próximos dois anos.

A promoção de Miller a um dos postos mais poderosos do círculo presidencial, no lugar de Susan Wiles, indica a etapa final do segundo mandato marcada por uma profusão de decretos, vetos e intensos confrontos com a oposição democrata que dominará o Congresso.