No dia 11 de setembro de 2001, o mundo inteiro parou para ver pela TV as imagens das duas torres gêmeas de Nova York repletas de fumaça. Vinte e cinco anos depois, as cenas do atentado permanecem entre as mais conhecidas e lembradas do século 21. Quase 3 mil pessoas morreram nos ataques, quando terroristas da Al Qaeda sequestraram e lançaram aviões em direção às torres do World Trade Center de Nova York e no Pentágono, sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, localizado no condado de Arlington, Virgínia.
Um quarto avião caiu na zona rural de Shanksville, no estado da Pensilvânia. Notícias relacionadas: Julgamento de suposto mentor do 11 de setembro é marcado para 2028. Segundo o professor Eugênio Bucci, da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (USP), as imagens das torres desabando, transmitidas repetidas vezes, gerou um trauma em escala global.
A televisão, ao vivo, em uma época em que a internet não era tão difundida, prendeu o público pela repetição. “Isso abriu uma ferida no olhar. Naquele dia, o olhar se tornou mutilado de guerra.
O atentado conseguiu ferir todas as pessoas, tanto que todas as pessoas no mundo inteiro são capazes de se lembrar onde estavam quando tiveram notícia daquele acontecimento”, avalia o professor. . Bucci classifica a experiência como "tempo congelado", tanto pela TV ao vivo, como pela exibição em plataformas digitais.
“A televisão ao vivo desenvolveu essa possibilidade, que é o congelamento do tempo.
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