No âmbito da crise imobiliária que afeta muitas cidades europeias, Berlim, Viena, Basileia e Paris estão buscando soluções para aumentar a oferta de habitação acessível.

Berlim: Em 2021, o partido socialista ganhou as eleições prometendo agir sobre um referendo que solicitava a expropriação de grandes empresas imobiliárias. Apesar de o Senado não ter atendido ao pedido, a eleição chamou atenção para a gravidade da situação.

Viena: A cidade é conhecida por seu modelo de habitação social, introduzido após a Primeira Guerra Mundial. Hoje, Viena possui cerca de 220 mil apartamentos municipais e 200 mil unidades subsidiais, abrigando mais de 60% dos residentes.

Basileia: A cidade é um dos pioneiros em permitir que cooperativas ou investidores sociais aluguem imóveis em terra pública, reduzindo custos de construção e passando menos onera os inquilinos.

Paris: Em 2014, a capital francesa lançou um plano para converter prédios comerciais vazios em residenciais, visando atingir 30% de habitação social para baixos rendimentos até 2035.