A 1ª Comissão Disciplinar do TJD-SC (Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol de Santa Catarina) suspendeu Diego Souza por 360 dias pelo uso de uma licença falsa de treinador. A decisão foi tomada na 3ª feira (3.nov.2026), por unanimidade, com 3 votos favoráveis, e inclui multa de R$ 20.000, a ser pago em 15 dias.
Diego afirma que acreditava na documentação
Durante o julgamento, Diego disse que recebeu a proposta de Alejandro Mancuso em 2023, quando ainda era jogador. O argentino teria prometido uma emissão rápida, sem o processo habitual de formação. O brasileiro reconhece que não participou de aulas para obter o certificado.
“Me sinto até envergonhado por essa situação toda. Eu mandei um e-mail para a CBF na mesma hora alegando que poderia ter caído num golpe e ter sido uma situação de uma licença falsa”, afirmou.
Entidades não encontraram registro
A documentação havia sido usada para solicitar o registro de Diego como treinador na CBF (Confederação Brasileira de Futebol). A entidade cancelou sua inscrição em 8 de outubro, depois dos questionamentos sobre a autenticidade da licença.
A acusação foi apresentada com base no artigo 234, parágrafo 1º, do CBJD (Código Brasileiro de Justiça Desportiva), que pune quem utiliza um documento falsificado sabendo de sua falsidade. Por isso, a alegação de Diego de que desconhecia a irregularidade integra o ponto central de sua defesa.
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