A perícia da Polícia Civil de São Paulo apontou que 27 dispositivos eletrônicos apreendidos por agentes durante operação contra produtora do filme 'Dark Horse', em junho, não foram lacrados corretamente.

Operação e suspeitas

A operação foi deflagrada no dia 1º de junho em residências e empresas relacionadas ao Instituto Conhecer Brasil (ICB), presidido por Karina Ferreira da Gama, que também é responsável pela empresa Go Up Entertainment, produtora do filme 'Dark Horse', cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Suspeita-se que parte dos R$ 108 milhões por ano em um contrato com a Prefeitura de São Paulo para a instalação de wi-fi na cidade tenha sido desviada para financiar a produção do filme 'Dark Horse', que retrata a trajetória do ex-presidente.

Os equipamentos foram apreendidos por suspeita de fraude em um contrato com a Prefeitura de São Paulo, no qual 5 mil pontos de wi-fi gratuito na periferia deveriam ser instalados até junho de 2025, mas apenas 3.200 foram instalados até a presente data.